sábado, 10 de abril de 2010

Andar para trás? Mau negócio...

Por Diego Vidal, treinador de tênis

Reparem bem esta foto...O que vocês podem analisar dela ? Alguém já viu o Federer se mover para trás ? Ou o próprio Agassi ? Pouquissímas vezes.

Vários outros jogadores de bom nível evitam se mover para trás principalmente em uma quadra rápida. Esta foto acima explica bem o motivo.

1° Sempre que nos movemos para trás aumentamos o ângulo para o nosso adversário.

2° Temos que percorrer um espaço maior, logo corremos mais do que é necessário (observem bem a foto).

3° Quando nos movemos para trás é em busca de manter a bola funda. Então temos que:
- A - bater mais forte na bola, o que é desgastante e também arriscado (isso porque a bola percorre um caminho maior).
B - aumentamos a altura para ela passar alta e cair funda, o que dá tempo para o adversário se posicionar melhor para golpeá-la, sem contar que ele vai bater a bola alta, o que lhe permite bater mais forte, afinal quanto a mais alta a bola em relação à rede "digamos" geometricamente que a rede vai ficando mais baixa. (melhor explicação em outra matéria)

4° Já ouviram falar em Ação X Reação? Quando você se move para trás a bola de seu adversário percorre mais quadra (citei ex. no 3° item a respeito) logo ela perde força e você a golpeia com menos "peso" o que gera menos Reação. Conclusão: você é obrigado a bater mais forte na bola para gerar potência por não haver tanta reação de impacto na sua raquete.

Você já deve ter ouvido de algum tenista que o jogo dele flui melhor quando joga contra um adversário de bola batida, isso é muito comum de se ouvir, nada mais é do que o 4° item que acabo de explicar.

Gostaria de deixar algumas observações: alguém já viu o Federer ficar muito suado? Já tiveram a impressão de que ele não corre jogando. Observem os jogadores que jogam mais afastados da linha de fundo como correm mais.

terça-feira, 6 de abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Guga perde jogo, mas arrecada R$220 mil para as vítimas de terremoto no Chile

Brasileiro faz parceria com o tenista Fernando González, organizador do evento beneficente, em Miami, mas é derrotado por Courier e Roddick

Jim Courier, Andy Roddick, Fernando González e Guga posam na quadra central do Masters 1.000 de Miami durante o 'Champions For Chile', evento que arrecadou US$ 125 mil (R$ 220,7 mil) para ajudar as vítimas do terremoto que abalou o país sul-americano em fevereiro. Na partida de duplas, Guga jogou ao lado do chileno González e foi derrotado pela parceria Roddick/Courier por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 3/6 e 10/4. 'Eu me sinto um felizardo por ter participado deste evento. Espero que isto contribua com os sonhos e as esperanças dos que foram afetados pelo terremoto', disse o brasileiro .

Roddick anula Berdych e conquista o Masters de Miami

O americano Andy Roddick, número oito do mundo, conquistou na tarde deste domingo o título do Masters 1000 de Miami ao bater na final o tcheco Tomas Berdych por 2 sets a 0 com parciais de 7/5 6/4 após 1h43min de duração.

Kim Clijsters derruba Venus, triunfa em Miami e garante volta ao top 10 da WTA

Duas ex-líderes do ranking, campeãs na Flórida e atravessando grande fase. A expectativa era de um jogo equilibradíssimo, mas Kim Clijsters não deixou. A belga atropelou Venus Williams em menos de uma hora (58 minutos) por 6/2 e 6/1, colocou fim na série de 15 vitórias da americana, e levantou pela segunda vez o troféu do WTA de Miami.

O título, terceiro de Clijsters desde seu retorno ao circuito profissional, em agosto do ano passado, garante a volta da belga ao grupo das dez primeiras do ranking. Ela sairá do atual 16º posto e ganhará seis posições, ultrapassando Marion Bartoli, Yanina Wickmayer, Flavia Pennetta, Maria Sharapova, Na Li e Samantha Stosur.

Campeã do torneio em 2005, a ex-número 1 do mundo agora tem no currículo 37 títulos. Entre as tenistas em atividade, ela é quem mais levantou troféus em quadra dura (28). Na Era Aberta (pós-1968) do tênis, ela só fica atrás de Steffi Graf (37), Lindsay Davenport (34) e Chris Evert (32).

Com a vitória deste sábado, Clijsters também igualou o retrospecto de confrontos diretos entre ela e a americana. Agora, em 12 duelos, são seis vitórias para cada tenista. A última partida entre elas havia sido nas quartas de final do US Open, no ano passado. Na ocasião, as duas trocaram pneus nos dois primeiros sets, e a belga saiu com a vitória (6/0, 0/6 e 6/4).

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz Páscoa


Feliz Tênis,
Feliz Serviço e
Feliz Páscoa

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Os melhores de todos os tempos

Stefan Edberg


Stefan Edberg (19 de janeiro de 1966, Västervik) é um ex-tenista sueco. Iniciou a carreira profissional em 1983, mesmo ano em que se tornou o primeiro e ainda único jovem fechar o Grand Slam Junior. Ganhou o primeiro Grand Slam profissional em 1985, chegou ao número um do mundo pela primeira vez em agosto de 1990.Tinha como maior rival o alemão Boris Becker,com quem travou jogos memoráveis. Lembrado por ter um incrível jogo de rede e um dos backhands mais bonitos da história. Stefan Edberg venceu 6 Grand Slams, sendo 2 Australian Open, 2 Wimbledon e 2 US Open. Dentre os grandes feitos, também merece destaque o fato de ele ter encerrado o ano de 1990 e o ano de 1991 como tenista número 1 do mundo. O pior revés da vitoriosa e valiosa carreira (mais de 20.0000,00 de dólares acumulados em premiações) ele sofreu em Roland Garros no ano de 1989 quando perdeu a final em 5 sets para Michael Chang. Aposentou-se em 1996 tendo conquistado um total de 42 títulos de simples e 18 de duplas.

Edberg é membro do International Tennis Hall of Fame desde 2004.